Arquitetura Portuguesa

 

 

 

 

A arquitetura portuguesa viveu 3 tendências artísticas paralelas.

 

 

  • A arquitetura que seguia os esquemas acadêmicos ecléticos e formais da arquitetura, manifestou-se nos palácios, palacetes e solares para a aristocracia e alta burguesia.

 

  • Outra procurou a fomulação da "casa portuguesa" defendida po Alvaro Machado e especialmenta por Raul Lino numa tentativa de reaportuguesamento da arte de contruir que se manteve até ao anos 30.
  • Arquitetura modernista portuguesa que tinha uma preocupação estética e procurou a utilização de bons materiais. Este tipo de arquitetura era utilizada em obras públicas como liceus, bancos, hospitais, termas, teatros, hotéis, fábricas...

 

 

Dentro do espírito da funcionalidade surgiram algumas preocupações, por isso os materiais foram questionados aparecendo o vidro, ferro e o cimento armado.

 

 

Arquitetura do Ferro e do Vidro

 

 

Foi relativamente tardia e rara, mesmo assim não totalmente nestes materiais. O ferro era aplicado de modo bem visível na arquitetura utilitária.

 

 

 

Alguns exemplos de arquitetura do Ferro;

 

 

  • Estações de caminho de ferro, estação do Rossio, Lisboa 1890 e a estação de S. Bento, Porto 1903.

 

  • Pontes, como a de D. Maria Pia 1879, e a de D.Luis 1886, ambas no Porto.

 

  • Mercados, mercado das Flores e o do Bolhão no Porto, e o mercado da Praça da  Figueira 1885, Lisboa.

 

  • Salas de espetáculo como o Coliseu dos Recreios, 1890, Lisboa.

 

  • Elevadores como o de Santa Justa, 1901 Lisboa.

 

Aos poucos os arquitetos foram utilizando o ferro e o vidro com sentido estético.

 

 

 

 

 

 

 

 

Portugal - Lisboa

 

 

 

Empoleirada nas colinas e recostada nos vales sobre uma curva do Rio Tejo, Lisboa pode ser vista de diversos ângulos. Graças a sua geografia, a cidade tem boa quantidade de mirantes, e deve,  em parte, a sua singularidade  ao rio, o mais longo da Península Ibérica, com um vale que se estende além de Madri. Não espere encontrar um Brasil europeu. Os portugueses são mais reservados, mas adoram a vida noturna. Uma boa surpresa são as suas praias e os pratos com frutos do mar.


Antes de chegar a Lisboa, o Rio Tejo se alarga em um dos maiores portos naturais do mundo, para depois se estreitar novamente e desaguar no Oceano Atlântico. Na margem norte, riachos de água limpa se juntam ao rio, vindos das colinas ao redor. A margem sul é mais plana, com pequenas baías conhecidas há tempos pelas ricas colônias de ostras e pela área de pesca. Em torno de Alcochete e Montijo, ainda existem represas de água para produção de sal. Lisboa cresceu no monte mais importante da margem norte, onde a corrente de água é mais rápida e profunda. Em parte, a cidade deve sua singularidade ao rio, o mais longo da Península Ibérica, com um vale que se estende além de Madri.


Segundo uma tradição, Ulisses teria fundado a cidade, cujo nome seria uma corruptela do nome do herói, mas tem maior credibilidade a história dos marinheiros fenícios que se aventuraram nessas terras e a batizaram de ‘Alis Ubbo’ – ‘porto sereno’ –, que se transformou em Olisipo e depois Lisboa. De qualquer forma, a região é habitada há milênios. Sociedades de caçadores nômades deixaram suas marcas. Populações agrícolas se fixaram em pequenos afluentes do Tejo. E outras, que viviam da coleta de conchas, ocuparam o estuário. A área foi um cruzamento das rotas de comércio na antiga Idade do Bronze e, do século 8 a 6 a.C., os fenícios ampliaram seu negócio de Cádiz até a foz do Tejo, onde estabeleceram um entreposto para armazenar o estanho vindo de Cornwall. Lisboa já era um porto do Mar Mediterrâneo séculos antes de se tornar o primeiro porto voltado para o Atlântico.

 

Lisboa é uma cidade com uma vibrante vida cultural. Epicentro dos descobrimentos desde o século XV, a cidade é o ponto de encontro das mais diversas culturas, o primeiro lugar em que Oriente, Índias, Áfricas e Américas se encontraram. Mantendo estreitas ligações com as antigas colônias portuguesas e hoje países independentes, Lisboa é uma das cidades mais cosmopolitas da Europa. É possível, numa só viagem de metro ouvir falar línguas como o cantonês, o crioulo cabo-verdiano, o gujarati, o ucraniano, o italiano ou o português com pronúncia moçambicana ou brasileira. E nenhuma delas falada por turistas, mas sim por habitantes da cidade.

 

 

Desde 1994, ano em que foi Capital européia da cultura, Lisboa tem vindo a acolher uma série de eventos internacionais, da Expo 98 ao Tenis World Master 2001, Euro 2004), Gymnaestrada, MTV Europe Music Awards, Rali Dakar, Rock in Rio ou os 50 anos da Tall Ships' Races (Regata Internacional dos Grandes Veleiros). Em 2005, Lisboa foi considerada pela International Congress & Convention Association como a oitava cidade do mundo mais procurada para a realização de eventos e congressos internacionais.

 

 

 

Noite e Bairro alto

 

 

O eixo Alfama-Baixa/Chiado-Bairro alto é palco para a cultura erudita como para a popular. Na noite lisboeta a oferta é variada: a um jantar com fado ao vivo no Bairro Alto pode seguir-se um espetáculo de ópera no São Carlos, ou um concerto no Coliseu dos Recreios. Pode continuar-se com música eletrônica mais alternativa na ZDB, ou com uma viagem pelos muitos bares e discotecas do Bairro Alto ou de toda a zona ribeirinha da cidade. Quando o Sol nasce é tempo de ver os turistas que enchem os monumentos e lugares históricos, como o castelo, o bairro típico de Alfama ou Belém.

 

 

A música tradicional de Lisboa é o fado, canção nostálgica acompanhada à guitarra portuguesa. Uma explicação popular da sua origem remete para os cânticos dos Mouros, que permaneceram no bairro da Mouraria, após a reconquista Cristã. Mais plausivelmente, a origem do fado parece despontar da popularidade nos séculos XVIII e XIX da Modinha, e da sua síntese popular com outros gêneros afins, como o lundu, no rico caldo de culturas presentes em Lisboa.

 

 

 

 

UM GOSTINHO DE PORTUGAL

 

 

 

Uma explosão de cores, aromas e sabores

 

 

A culinária portuguesa É famosa em todo o mundo por seu sabor, diversidade e fartura. Os descobridores do Brasil aprenderam a combinar e aproveitar os ingredientes atlânticos e mediterrâneos com maestria, adicionando toques de influência oriental, africana e brasileira.

 

A cozinha portuguesa ganhou renome internacional por seus cozidos, pela qualidade de seus queijos (destacando-se o sublime "Queijo da Serra"), pelo saboroso porco preto alentejano e pelos enchidos de carne suína, pelos bons vinhos, pelos doces conventuais (à base de ovos), pelo insuperável azeite, pelas frutas e legumes saborosos, bem como pela verdadeira constelação de peixes e mariscos, regida pelo sempre versátil e saboroso bacalhau.

 

 

A gastronomia portuguesa é bastante marcante e variada, com evidência para as especialidades típicas das diferentes regiões do país, formadas a partir de tradições e ingredientes locais.

 

 

Alguns pratos da gastronomia portuguesa tem como base as especiarias trazidas para o país pelos navegadores dos Descobrimentos. Pimenta, canela, nóz moscada, caril foram alguns dos ingredientes que ajudam hoje a compor os deliciosos pratos das vastas ementa gastronômica.


Uma refeição típica, em Portugal, começa pelos aperitivos que poderão ir de azeitonas (condimentadas com azeite,alho e orégano, ou simples) enchidos assados, queijos de ovelha ou de cabra, saladas de polvo, de ovas, de orelha de porco, presunto, ou simplesmente pão e manteiga.



Azeitonas
Azeitonas

 

Segue-se a sopa, cuja a variedade é infindável. Sopas de legumes, de tomate, do “cozido” de marisco, ou algumas das mais famosas: a “açorda alentejana”; composta de pão; alho, coentro ,azeite, ovo escalfado e água a ferver ou o nacional “caldo verde”, feito de legumes, batata, e acompanhado por chouriço. Na grande maioria dos restaurantes localizados à beira mar, faz se sopa de peixe, uma iguaria à base de vários peixes.Existem também sopas que funcionam quase como refeições.

 

 

É o caso da “SOPA DE PEDRA”, que mistura carnes e batatas no caldo da “SOPA DE CAÇÃO”, especialidade que se encontra normalmente no Alentejo: postas de cação servidas com caldo e pão. Peixe é uma constante na gastronomia portuguesa, sendo que o grande ênfase VAI PARA AS SARDINHAS, nos meses de verão e para o bacalhau; presença constatante em qualquer altura do ano, sendo mais procurado, no entanto no NATAL. Mais o mar tem muito mais variedades e algumas das espécies de peixe são saborosas.

 

 

A mais comum é a pescada, que normalmente é cozida, acompanhadas com legumes e batatas, mas linguado, salmão, truta, e tamboril poderão aparecer sob várias formas e qualquer uma delas bem apetitosas.




Sardinhas fritas

 

Do mar vem também o marisco. E se bem aconselhe que não deve ser consumido em meses que não tenham no seu nome a letra “r”, a verdade é que mesmo no pino do VERÃO que se tornam mais apetecíveis. Em qualquer localidade próxima ao mar, é sabido que se encontrem mexilhões, ameijoas, cadelinhas, berbigão, camarão, lagosta, santola e sapateira, apenas para nomear alguns. E mais uma vez, o que custa é a forma como se escolhe a sua confecção.

 

Sardinhas fritas

Apesar de ser conhecido pelo seu peixe, Portugal é também país de carne e a variedade gastronômica que se apresenta é bastante considerável. Porco, vaca, borrego, frango, são algumas das opções.

 

 

Do porco vem os enchidos (chouriços, morcelas são algumas dos exemplos), as costelas, os presuntos e muito mais. De todos os pratos feitos à base de porco é o “Leitão assado”, o mais conhecido.

 

 

Os amantes da carne de vaca encontram aqui o que na maior parte dos países se oferece, bifes. Grellados ou fritos, basta apenas escolher de qual da vaca é que se deseja.

 

 

Frango é sem dúvida dos alimentos mais baratos. Na maior parte dos restaurantes aparece assado num churrasco, normalmente em carvão. Também pode se costuma confeccionar em caril, estufado confeccionar em caril, estufado, ou refugado.

 

 

Mousse de chocolate

 

A doçaria é bastante variada, mas a maior oferta consiste em mousses de chocolate ou caramelo, pudim, flã, molotoff ou de ovos, doces de ovos, bolo de bolacha e alguns doces típicos da casa.




Mousse de chocolate

 

A acompanhar as refeições, para além dos refrigerantes, água, ou dos vinhos pelos quais Portugal é bem conhecido, em algumas casas vende-se sangria. Uma bebida com menor teor alcoólico, doce, feita à base de vinhos e frutas.

 

 

 

 

 

 


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